
Saint-Barth: o roteiro que vai além das praias
Há destinos que você visita uma vez. E há destinos que escolhem você para sempre. Saint-Barthélemy entra na segunda categoria.
A ilha tem 25 km² e nenhum sinal de resort. O que ela tem é algo mais raro: a habilidade de fazer o tempo desacelerar sem que você perceba. Não há cruzeiros. Não há publicidade nas ruas. Há apenas luz natural, água cristalina e a certeza discreta de que você está exatamente onde deveria estar.
O que a maioria dos viajantes não encontra
O roteiro convencional de Saint-Barth é simples: chegar, ir à Gustavia, almoçar no Shell Beach, jantar no Eden Rock e repetir. O problema é que esse roteiro ignora o que realmente torna a ilha única: as villas escondidas acima de Gouverneur, o mercado às seis da manhã com os pescadores locais, o snorkeling em Colombier que só acontece de barco, e o acesso a ela precisa ser combinado com antecedência.
Com a Grossi Group, esses detalhes já chegam resolvidos antes do seu voo pousar. O chef conhece suas preferências alimentares. O barco já tem o piquenique embalado. E o vinho na adega da villa é o que você pediu na primeira conversa, porque foi anotado.
Quando ir e como ir
A alta temporada vai de dezembro a abril. O Réveillon em Saint-Barth é um dos mais exclusivos do mundo: villas e iates precisam ser reservados com 12 a 18 meses de antecedência. A ilha não tem aeroporto para grandes aviões: o acesso é por voo privativo de San Martin (10 minutos) ou por ferry.
Há destinos que você visita uma vez.
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